O segundo livro da série Folclórika, denominado de A Sala de Oito Espelhos, está com campanha no Catarse – plataforma de financiamento coletivo – para sua publicação. O autor Glauco J. S. Freitas, um escritor brasileiro que possui outras duas obras publicadas: Alcateia e O Exército de Imortais (primeiro livro da série), colocou a campanha no ar no dia 01 de Agosto e tem por meta alcançar R$ 6.000,00 reais para custear a publicação da obra.
Folclórika é uma série de livros de High Fantasy, ou seja, um termo que designa um subgênero da fantasia, no qual há a criação de um mundo imaginário, um universo paralelo ou ainda pela construção épica dos personagens e da narrativa. A história é baseada no folclore nacional, há uma riqueza deles, mas muitos nem chegamos a conhecer. Por meio da literatura temos acesso a essas outras culturas tão próximas da gente, mas ao mesmo tempo tão longe do nosso conhecimento.
Sinopse:
A sequência de O Exército de Imortais expande o universo criado no primeiro livro, aprofundando-se tanto nas relações interpessoais – Naiah, Qehrana, Syer, Anghra e, é claro, Räel, estão de volta – , quanto nas interações entre os principais povos de Akakor( é a vez dos kury, os briguentos seres de pedra e pés invertidos, entrarem de vez na história!!!). Saçurás e mapinguarys, as principais ameaças do primeiro livro, dão espaço para kaïnamehs, capelobos e gorjahlas, enquanto o poderoso Ventríloquo dos Mortos retorna para assombrar e desafiar Räel, o encantador de flechas.
Se interessou pelo projeto do Glauco e tem vontade de apoiar a literatura nacional? Então, acesse a campanha aqui e com uma ajuda mínima de R$ 10,00 reais, você já torna isso possível e de quebra ainda leva dois ebooks do autor (A Sala de Oito Espelhos e Um Fragmento da Noite).
Lembrando que o livro será lançado pela Editora PenDragon e a campanha permanece no ar até o dia 10 de Setembro, então corre para ajudar.
Tagarelem conosco: Acharam interessante a campanha? Tem interesse em colaborar? O que acham de histórias que trazem mais da nossa cultura?
Até a próxima tagarelice e lembrem-se de apoiar os (as) autores (as) nacionais!

Fundadora e Editora-Chefe. Virginiana e defensora da terra.
Um pouco Lorelai demais, não só na quantidade exagerada de café, mas também na capacidade de falar muito em pouco tempo. Whovian apaixonada. É possível me encontrar, entre um salto temporal e outro, em Doomsday ou em qualquer biblioteca ou cinema do mundo.
Eu li muito sobre os livros brasileiros na escola, mas não terminei nenhum #ShameOnMe, mas confesso que fiquei com vontade de ajudar esse via Catarse. A história me chamou a atenção pois amo folclore nacional.
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